terça-feira, 17 de março de 2009







IV DE MARTE
Banda formada por antigos membros da banda MATA SECA, vem conquistando público com seu Rock and Roll clássico da linha setentista, ajudando a fazer a História do verdadeiro Rock and Roll na Bahia e no Brasil
Suas letras retratam com realismo incomum, a trajetória que percorremos sem perder o sonho de conquistar horizontes menos hostis, incitando uma manifestação revolucionária, porém lúdica.
Tendo como influências DEEP PURPLE, LED ZEPPELIN, e as heróicas bandas da década de setenta do Brasil.
Atualmente a banda está em studio gravando seu primeiro CD.
FORMAÇÃO ATUAL:
CRISTIANO BRANDÃO - GUITARRA E VOCAL
MARCOS BRANDÃO - GUITARRA
ARODIR-BAIXISTA
MARCELO-BATERISTA
GILBERTO CABRAL-TECLADISTA

segunda-feira, 20 de outubro de 2008


A música entrou na minha vida ainda muito cedo. Aos três anos já realizava concertos com meu violãozinho de brinquedo em cima da mesa, da cama e claro, em baixo do chuveiro. Naquela época o som dos Beatles dominava a radiola lá de casa e em alguns momentos eu me sentia o próprio John Lennon. Aos seis, ganhei um teclado e comecei a fazer uns barulhos, nada muito alto. Aos sete, uma viola.
Finalmente, aos nove, minha guitarra tonante. Tudo mudou a partir daquele dia! Montei uma banda com uns amigos e comecei a me apresentar em festas na cidade de Valença. Aos 10 anos, recebi meu primeiro cachê, fui apresentado ao punk rock e a Bob Marley, quase que ao mesmo tempo e, compus minha primeira canção! No final de 2000, comecei a Jonny way, grupo que se destacou no cenário do rock baiano, abrindo shows de várias bandas nacionais como Charlie Brown Jr, CPM 22 e Pato Fu. Em 2005, convidei Marcio Mello, um amigo e artista que admiro muito, para produzir meu disco solo e embalar esse novo momento. Trazendo a influência do surf e da energia de lugares como Morro de São Paulo, esse disco me transportou pra um lugar mais perto da minha essência e verdade.
A busca continua...

segunda-feira, 28 de julho de 2008


A Formidável Família Musical tem como base o “conceito Flower”. “Falamos de positividade. Tudo up, pra cima, do bem. Acho que todo mundo busca o lado melhor da vida para se agarrar”, explica Damm, o responsável pelas vozes, violão e a maioria das composições do grupo baiano. A sonoridade da banda remete também a MPB dos anos 70 [aquela que pediu a benção ao quarteto de Liverpool], ao mesmo tempo em que não soa retrô, mas como canção pop do início do século 21. “Na verdade todo mundo ama, todo mundo sonha, todo mundo espera o melhor. E o mais legal é que temos percebido que tem gente de todas as idades ouvindo o nosso som, desde molequinhos de 3 anos até os coroas de 75?, conta Damm. É música para acordar cedo e seguir o dia com um sorriso estampado na cara. Daquelas para colorir a semana inteira. Experimente “Já Não Dá Mais” ou “Eu e Você no jardim”, ou a graciosa “Amar é…”. Impossível não sair cantando. Tudo natural, simples e verdadeiro. *Release adaptado com base na Matéria “Para Colorir” feita pelo jornalista Luciano Matos. (nemo.com.br/elcabong). CONTATO PARA SHOWS: Donjorge (21) 8607-9082 Nosso Fotolog : www.fotolog.com/formidavelfm Nosso site : http://www.formidavelfamiliamusical.com Nosso Perfil no orkut : http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=11393595126690096692
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The Honkers é um grupo de rock formado em Salvador, Bahia, no final da década de 90. É conhecido por suas turnês extravagantes e performances bizarras em suas apresentações.Apesar de ter alcançado projeção internacional na cena underground e influenciado diversos artistas, tem na sua discografia apenas dois EPs e uma Demo lançados. Sua música é muito influenciada pelo rock sessentista, ainda que reverbere muita contemporaneidade. E embora seja bastante melódica, também é capaz de conter material mais pesado.Essa dualidade é clara também nas composições, ora ingênuas, ora carregadas de lirismo. Sputter é o principal letrista e vocalista do grupo. Geralmente escreve letras românticas e existenciais. Referências à instabilidade mental, amargura e incompreensão do mundo feminino são feitas em diversas músicas.



Garage Punksite oficialhttp://www.thehonkers.comMatéria Trama Virtualhttp://www.tramavirtual.com.br/noticia.jsp?noticia=4342Linkhttp://www.myspace.com/thehonkersCliphttp://www.youtube.com/watch?v=3fOW-vKkXIYFotoshttp://www.fotolog.net/thehonkers
Matiz
Formada em junho de 2005, a Matiz não busca rótulos, nem foge deles. Esta banda soteropolitana vem mostrar um trabalho concebido a partir da criatividade e sinceridade, tentando encontrar as tonalidades certas de cada canção. A banda lançou seu 1° EP numa produção conjunta com Tadeu Mascarenhas e que conta com a participação de Alex Pochat no trompete. Além do CD, a banda lançou o clipe da música "Dueto" - finalista do IV Festival de Música Educadora FM - feito pelos diretores Jerônimo Soffer, Renato Gaiarsa e Rodrigo Luna, premiados no Festival de Gramado em 2006. No V Festival de Música Educadora FM (de 2007), a Matiz conseguiu ser finalista pela segunda vez consecutiva com a música "Conversa". A banda é formada por Mariana Diniz nos vocais, Leo Abreu na bateria, Daniel Albuquerque na guitarra e Bruno Doravalho no baixo. O ano de 2008 será de lançamento constante para a Matiz. Além do nosso site (www.matizonline.com) totalmente reformulado, durante todo o ano, em intervalos periódicos, uma música nova será lançada nos sites Trama Virtual ( www.tramavirtual.com.br/matiz), PalcoMP3 (http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/matiz/ ) e My space ( www.myspace.com/myspacematiz). No mês de fevereiro, a primeira música a ser lançada foi "Aos 27". No mês de março é a vez de "Carruagem". Basta acessar um dos sites citados e conferir! www.matizonline.com www.tramavirtual.com.br/matiz ; http://matiz.palcomp3.cifraclub.terra.com.br/ ou http://www.myspace.com/myspacematiz. Domínio: www.matizonline.com E-mail: matiz@matizonline.com Fotolog: www.fotolog.com/_matiz Telefones: Bruno Doravalho > 71 9191-8828 Daniel Albuquerque > 71 9989-5008 Leo Abreu > 71 9996-6968

Movidos a alcool

Bebida, mulher e muita música brega. É o mínimo que se pode esperar de uma banda que tem no comando dos vocais - e na performance nada convencional – um cara conhecido por seu inusitado apelido: Cachaça. Junto com Belvis, o guitarrista, ele fundou a Movidos a Álcool, em 2001. A idéia era celebrar a impensável união de dois gêneros musicais completamente diferentes: o brega e o rock. Justamente por isso, as influências para criar as canções da banda não poderiam ser mais distintas. Vão de Waldick Soriano e Amado Batista a Raul Seixas e Camisa de Vênus. Hoje, formam a banda, além de seus idealizadores, o baixista Willyto e o baterista Dimmy Drummer, que também integra a banda The Honkers. Em seus shows, a Movidos a Álcool esbanja muito mais que um figurino florido, colorido, brega. São canções inteligentes, que falam de mulheres, traições, histórias e dores de amor, boemia, casos contados na mesa do bar e, claro, muito álcool, combustível da trupe. Isso sem contar com a voz irreparável e a performance estonteante do vocalista, que faz tudo isso regado a muita cachaça, para honrar seu apelido. Além das músicas próprias, a banda faz questão de ter sempre em seu set list alguns clássicos do brega, como A Raposa e as Uvas, A Volta do Boêmio e Garçom. Apesar de todos os seus integrantes se divertirem muito e beberem (pouco) nos shows, a Movidos a Álcool leva toda essa história muito a sério. Fazendo tudo com seus próprios recursos e tendo criado seu próprio selo, o Manguaça Records, eles já venderam mais de 2 mil discos, desde o lançamento, no final de 2003, do seu primeiro álbum, intitulado Vamos Biritar? Outro importante marco para a Movidos a Álcool foi a apresentação que reuniu mais de 15 mil pessoas na Praça da Independência, em São Paulo, quando dividiu o palco com a banda Velhas Virgens. E o trabalho não pára por aí. A banda participou do Festival de Verão 2007, fez o show de abertura para Reginaldo Rossi, Velhas Virgens e Márcio Mello, participou de cinco edições do Palco do Rock, realizado durante o oba-oba do Carnaval de Salvador, e percorreu um longo caminho entre diversos municípios baianos, perfazendo uma média de 70 shows por ano. Coroando essa história de sucesso, a Movidos a Álcool lança seu mais novo álbum, intitulado Mulheres que nos fazem beber demais. Com muito mais maturidade, e com a irreverência de sempre, a banda faz uma homenagem às mulheres ingratas, motivos de muitas noites perdidas em mesas de bar. O CD é composto por 12 faixas, todas de autoria da banda, cujas letras invocam, quase sempre, nomes de mulheres, esses seres que tanto inspiram o grupo. Do irretocável álbum pode-se destacar a balada brega Sônia Louca, a história de uma mulher esperta, que joga sujo com os corações alheios, e Desquite, um rockão empolgante que fala da relação entre marido e mulher e dos vários desentendimentos que resultam dessa convivência não muito pacífica. Como uma espécie de presente para os tão fiéis fãs da banda, o disco traz ainda as participações de Paulão, do Velhas Virgens, que divide os vocais com Cachaça na faixa Desquite, e de Pablues, do Clube de Patifes, no blues-rock Saideira.